O Memorial da Partilha
Tetelestai! Um grito em meio a
dor. Tetelestai! Um gemido por amor... O maior best-seller do mundo cristão conta
a história do assassinato de um inocente em uma maldita cruz. A assinatura foi
feita com sangue carmesim e quebraria muitos paradigmas.
Três dias antes o Evangelho de
Lucas capitulo 22 nos atesta que o cenáculo estava preparado para a última reunião
de um grupo que mais tarde ficaria conhecido como “Cristão” (pequenos Cristos).
Algumas surpresas estavam prestes
a serem reveladas: a humilhação do “lava pés” ato reservado aos escravos e ou
aos aleijados e o “partir do pão”. Era quinta-feira e as outras tantas após a
quaresma seriam consideradas santas.
Na despedida, num gesto de
humildade e amor, lavou os pés de seus discípulos e partiu o pão e serviu o
vinho (sem álcool) aos seus iguais lhes deixando um pedido. “Fazei isso em
minha memória!
Hoje a família Maria de Lourdes
reviveu parte dessa história de forma criativa e multidisciplinar ampliando os laços
de solidariedade e de comunhão. Fomos chamados a praticar o amor e ouvirmos com
“ouvidos de primeira vez” o grito que ecoa: Tetelestai! Tetelestai...
Ele sentiu sede e lhe deram
vinagre, mas levou sobre si todas as nossas dores, todo o nosso pecado. O Deus
homem que se intitula “amor” vive através de você e de mim, ressurreto na Páscoa,
o dono do mundo escolheu habitar num templo de barro que sem Ele e’ apenas pó; você.
Na quinta a partilha, na sexta a
cruz, no sábado o silencio, o medo, a decepção de seus seguidores, no domingo o
tumulo vazio testificava que Ele venceu a morte. Ressuscitou e caminha pelas
ruas através de cada um de seus irmãos nos desfaiando a praticar o amor para
com o Pai e para com nossos semelhantes. Isso para aqueles que experimentaram o
novo nascimento pode significar o remédio para todos os males da modernidade.























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